sexta-feira, 26 de junho de 2009

Homenagem ao Michael Jackson

Ben (tradução)
Michael Jackson
Composição: Indisponível

Ben, nós dois não precisamos mais procurar
Nós dois achamos o que estávamos procurando
Com um amigo para chamar de meu
Nunca estarei sozinho
E você, meu amigo, verá
Que tem um amigo em mim
Ben, você está sempre correndo aqui e ali
Você sente que não é querido em lugar algum
Se algum dia você olhar para trás
E não gostar do que você achar
Há algo que você deveria saber
Você tem um lugar para ir
Eu costumava dizer "eu" e "eu"
Agora é nós, agora é nós
Ben, a maioria das pessoas mandaria você embora
Eu não escuto uma palavra do que eles dizem
Eles não vêem você como eu vejo
Eu gostaria que eles tentassem
Tenho certeza de que eles pensariam novamente
Se eles tivessem um amigo como o Ben Como o Ben...


"Tenho certeza Michael, que sua alma encontrará a paz. Descanse em paz nos braços de Jesus e Maria". Sua fã Rita de Cassia e família.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Mensagem de Nossa Senhora para a humanidade 25/05/09


Queridos filhos! Neste tempo, Eu lhes peço para rezar pela vinda do Espírito Santo sobre cada criatura batizada, para que o Espírito Santo possa renovar todos vocês e guiá-los para o caminho do testemunho da sua fé – vocês e todos aqueles que estão longe de Deus e de Seu Amor. Eu estou com vocês e intercedo por vocês diante do Altíssimo. Obrigado por terem respondido ao Meu apelo.

visite o site: medjugorjebrasil.com/

terça-feira, 9 de junho de 2009

Evangelho

Dia 9/06/09 Mateus 5,13-16

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens.Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lâmpada e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim num candeeiro, onde ela brilha para todos os que estão em casa. Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus”. - Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.

Prepare-se para o Corpus Christi



O milagre da Eucaristia




Por volta do ano 700, depois de Cristo, na cidade italiana de Lanciano, viviam no mosteiro de S. Legoziano os Monges de S. Basílio e entre eles havia um que acreditava mais na sua cultura mundana do que nas coisas de Deus. Sua fé parecia vacilante, tinha dúvida de que a hóstia consagrada fosse o verdadeiro Corpo de Cristo e o vinho o Seu verdadeiro Sangue...

Certa manhã, celebrando a Santa Missa, mais do que nunca atormentado pela sua dúvida, após proferir as palavras da Consagração, ele viu a hóstia converter-se em Carne viva e o vinho em Sangue vivo. Sentiu-se confuso e dominado pelo temor, diante de tão espantoso milagre, permanecendo longo tempo transportado a um êxtase verdadeiramente sobrenatural. Até que, em meio a transbordante alegria, o rosto banhado em lágrimas, voltou-se para as pessoas presentes e disse:

"Ó bem-aventuradas testemunhas diante de quem, para confundir a minha incredulidade, o Santo Deus quis desvendar-se neste Santíssimo Sacramento e tornar-se visível aos vossos olhos. Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!"

A estas palavras as testemunhas se precipitaram para o altar e começaram também a chorar e pedir misericórdia. Logo a notícia se espalhou por toda a pequena cidade, transformando o Monge num novo Tomé.

A Hóstia-Carne, como hoje se observa muito bem, tem o tamanho da hóstia grande atualmente em uso na Igreja Latina. É ligeiramente escura e quando olhada contra a luz adquire um colorido róseo.

O Sangue está coagulado em cinco glóbulos irregulares e diferentes um do outro em sua forma e tamanho tem cor de terra tendente ao ocre. Desde 1713 a Carne está conservada num artístico Ostensório de Prata, finamente cinzelado, estilo napolitano. O Sangue está contido numa rica e antiga ampola de cristal de rocha.

Leia mais no site: catequisar.com.br

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Rosário do Coração de Maria


No começo:

Em honra das cinco santas Chagas de Nosso Salvador, faz-se cinco vezes seguidas o sinal-da-cruz.

Nas contas grandes de um terço comum:

Coração Doloroso e Imaculado de Maria, rogai por nós que recorremos a Vós.

Nas contas pequenas de um terço comum:

Mãe, salvai-nos pela Chama de Amor do Vosso Coração Imaculado!

Para terminar, reza-se três vezes:

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Mãe de Deus,
Derramai sobre a humanidade inteira as graças eficazes da Vossa Chama de Amor, agora e na hora de nossa morte. Amém.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Oração a santa Rita de Cássia

Ó poderosa Santa Rita, chamada Santa das Causas Impossíveis, advogada dos casos desesperados, auxiliadora da última hora, refúgio e abrigo da dor que arrasta para o abismo do pecado e do desespero, com toda a confiança no vosso poder junto ao Coração Sagrado de Jesus, a Vós recorro no caso difícil e imprevisto, que dolorosamente oprime o meu coração.Vós bem sabeis, vós bem conheceis o que seja o martírio do coração. Pelos sofrimentos atrozes que padecestes, pelas lágrimas amargosíssimas que santamente chorastes, vinde em meu auxílio. Falai, rogai, intercedei por mim que não ouso fazê-lo ao Pai de misericórdia e fonte de toda a consolação, e obtende-me a graça que desejo. (fazer o pedido)Apresentada por vós a minha oração, o meu pedido, por vós que sois tão amada por Deus, certamente serei atendido. Dizei a Nosso Senhor que me valerei da graça para melhorar a minha vida e os meus costumes e para cantar na terra e no céu a divina misericórdia. Amém!

Testemunho de milagres


Há trinta e oito anos, minha mãe Josefa recebeu uma grande graça de Santa Rita de Cássia. Meu irmão mais velho Carlos Antônio estava muito doente e minha mãe o levou ao hospital. Lá os médicos não deram esperança de vida para o meu irmão que estava desfalecendo nos braços da minha mãe, mas para a glória de Deus tinha no hospital uma imagem linda de uma Santa. Minha mãe, chorando muito pediu que Deus curasse o filho dela e olhando para a imagem prometeu que se um dia ela tivesse uma filha, ela colocaria o nome da Santa. No mesmo instante o meu irmão abriu os olhos e apertou a mão da nossa mãe, ele estava curado! Os médicos e enfermeiras não acreditaram no que tinha acontecido. Então minha mãe perguntou a enfermeira o nome daquela santa, ela respondeu: É Santa Rita de Cássia.
Os anos passaram e minha mãe ficou grávida, mas ainda não era hora de se cumprir à promessa que ela tinha prometido, pois nasceu um menino o meu irmão Luciano Tadeu. E cinco anos depois eu vim ao mundo, no ano de 1982 e minha querida mãe me deu o nome de Rita de Cassia. Graças a Deus e a intercessão poderosa de Santa Rita de Cássia.
Eu já recebi, muita graças também através da santa das causas impossíveis, eu fiquei curada de uma bronquite muito forte que me acompanhava desde bebe, e graças a Deus e a intercessão de Santa Rita eu não tenho mais nada. Eu pedi e eu recebi, acredite em Deus e na intercessão de santa Rita, que foi uma serva amada de Deus, você também vai alcançar o seu impossível em nome de Jesus.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

A vida da Santa dos Casos Impossíveis: Santa Rita de Cássia


Nascimento


Em 1381 nasceu esta admirável criatura que foi batizada em Santa Maria dos Pobres, em Cássia, porque o pequeno povoado de Roccaporena somente passou a ter uma pia batismal em 1720. O nome de Rita, diminutivo de Margarida (Margherita, em italiano) foi revelado pelo anjo, e com esse nome a Santa se tornou conhecida para sempre.
Quando Antônio e Amata iam trabalhar nos campos, colocavam sua filhinha em um cestinho de vime que levavam consigo e abrigavam-na à sombra das árvores.
Um dia, enquanto lavradores e pássaros cantavam em uníssono, a criança sonhava com os olhos voltados para o céu azul. Foi quando um grande enxame de abelhas brancas a envolveu fazendo um zumbido especial. Muitas delas entravam em sua boca e aí depositavam mel, sem a ferroar, como se não tivessem ferrões. Nenhum gemido da criança aconteceu para chamar a atenção de seus pais; ao contrário, a pequena Rita dava gritinhos de alegria.
Enquanto isso, um lavrador que estava próximo feriu-se com uma foice recebendo um grande talho na mão direita. Dirigindo-se imediatamente para Cássia a fim de receber os necessários cuidados médicos, ao passar perto da criança viu as abelhas que sumbiam ao redor de sua cabeça. Parou e agitou as mãos para livrá-la do enxame. No mesmo instante, sua mão parou de sangrar e o ferimento se fechou. Ele deu gritos de surpresa, o que chamou a atenção de Antônio e Amata que correram ao local. O enxame, por poucos instantes disperso, voltou ao seu lugar e mais tarde, quando Rita foi para o mosteiro de Cássia, as abelhas ficaram nas paredes do jardim interno.
Este fato é relatado por todos os biógrafos da Santa e transmitido pelas tradições e pinturas que a ele se referem. A Igreja, tão exigente para aceitar as tradições, insere esta circunstância nas lições do Breviário. Tendo atribuído o nascimento de Rita a um milagre, seus pais também atribuíram este acontecimento a um prodígio divino.

Infância e juventude


Rita era para seus pais um precioso dom concedido à fé e às orações, e assim eles se esmeraram em educar a sua filha nos sentimentos religiosos. Analfabetos, procuravam transmitir à criança seus conhecimentos da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Santa Virgem Maria e dos santos populares.
Apenas chegara à idade da razão e apareceram em Rita os primeiros sinais de virtude que, sob influência da graça divina, desenvolveram-se em sua bela alma. Rita era um anjo, dócil, respeitosa e obediente para com seus velhos pais, a quem amava com delírio. Os ensinamentos que seus pais lhe davam levaram-na a decidir, aos 8 anos de idade, a consagrar a sua virgindade a Jesus, esposo das virgens.
Gostava tanto da vida retirada que seus pais lhe permitiram ter um oratório dentro de casa; alí passava os dias meditando no amor de Jesus e purificando seu inocente corpo com penitências.
Aos 16 anos já pensava no modo de confirmar definitivamente sua consagração a Jesus Cristo por meio dos votos perpétuos. Rita chegou a pedir, de joelhos, licença para entrar no convento. Seus pais, porém, com a idade avançada, guiados pelo amor natural e não querendo deixá-la só neste mundo, resolveram casá-la com um jovem que pedira sua mão. Não se sabe exatamente qual a idade de Rita nessa época. Certos autores dizem que ela tinha 18 anos.
Que lutas e que dores para o coração dessa jovem! Ela se via ntre o amor à virgindade e a obediência devida a seus pais. Não tinha coragem de dar a um homem o coração que desde a infância consagrara a Deus e, por outro lado, causavam-lhe piedade seus velhos pais, muito idosos, aos quais se acostumara a obedecer nas mínimas coisas.

Esposa e mãe


O jovem que pedira a mão de Rita era Paulo Fernando, descrito como um homem pervertido, de caráter feroz e sem temor a Deus, com o qual não se podia discutir e que seria capaz de provocar um verdadeiro escândalo se Rita e seus pais não consentissem nesse casamento. Foi assim que Rita se viu obrigada a esse casamento.
Quanto padeceu ela no longo período de 18 anos que viveu com seu esposo! Injuriada sem motivo, não tinha uma palavra de ressentimento; sem os direitos que à ela cabiam, não se queixava e era tão obediente que nem à Igreja ia sem a permissão de seu brutal marido.
A mansidão, a docilidade e prudência da esposa, porém, suavizaram aquela rude impetuosidade, conseguindo transformar em manso cordeiro aquele leão furioso. Fernando não pôde resistir a tanta abnegação e mudou completamente de vida, tornando-se um marido respeitoso.
Rita sentia-se muito feliz por ver o seu marido convertido ao bom caminho. Não se cansava de dar graças a Deus por tamanho benefício. Sentia-se feliz por educar nos princípios da religião os dois filhinhos que o céu lhe dera: João Tiago e Paulo Maria.
Mas durou pouco tempo aquela felicidade de esposa e mãe! Quando menos esperava tudo mudou, e de um modo muito violento e trágico: seu marido foi ferozmente assassinado pelos inimigos que fez em sua vida de violência. Rita tomou todas as providências para um sepultamento digno para seu marido, multiplicando suas orações e penitências em sufrágio da sua alma. Praticou, ainda, o supremo ato heróico de perdoar os seus assassinos.
Refeita da primeira dor causada pela morte do marido, a piedosa mulher concentrou toda sua atenção e solicitude em seus dois filhos. A mãe atenta percebia que os dois jovens apresentavam sintomas de desejos de vingança, o que ela não podia aceitar. Rita percebeu que seus filhos não mais a escutavam com a mesma docilidade e que a voz do sangue os arrastaria mais tarde ao mal.
Quando se viu em tal situação, a mãe dedicada tomou uma resolução heróica e pediu a Jesus Crucificado que levasse os seus filhos inocentes se fosse humanamente impossível evitar que se tornassem criminosos.
Um após outro caíram doentes os meninos e Rita os tratou com o máximo cuidado, velando para que nada lhes faltasse e procurando todos os remédios necessários para lhes conservar a vida, mesmo à custa dos maiores sacrifícios.
Sabia que era seu dever socorrê-los e queria cumprir generosamente esse dever. Os meninos morreram. Foi breve o intervalo da morte de um e do outro. Eles morreram cerca de um ano depois da morte do pai. Rita depositou os corpos de seus filhos ao lado de seu marido e ficou só no mundo; só, mas com seu Deus.

Em busca do antigo sonho


Desligada dos laços do matrimônio e dos cuidados maternais pela morte do esposo e dos filhos, Rita passou a se dedicar com afinco à prática das virtudes, às obras de caridade e à oração. A caridade para com o próximo era inesgotável. Não se contentando em dar o que tinha, trabalhava com suas próprias mãos para poder fazer mais. E convidava suas amigas e conhecidas para que fizessem o mesmo.
Tudo isto, porém, não bastava para aquela alma inflamada pelo amor divino. Em seus sonhos de menina, Rita sempre tinha aspirado ao claustro como a um asilo de paz para sua alma. Quando ia à cidade, ao passar diante das portas dos mosteiros onde teria podido servir a Deus com todas as suas forças, parecia-lhe que uma força interior e poderosa a atraía e ela experimentava uma santa inveja das virgens que ali estavam encerradas.
Mas, que abismo entre os seus primeiros anos e seu estado atual! Embora a voz que a chamava ao estado religioso continuasse forte, poderosa e insistente, Rita sabia que não podia mais levar o frescor virginal de sua vida de menina e achava-se indigna de viver entre as virgens consagradas a Deus. Rita encorajou-se, porém, e resolveu fazer uma tentativa.
Bateu à porta do convento das agostinianas de Santa Maria Madalena e expôs à superiora o seu ardente desejo. Seu aspecto humilde e piedoso causou excelente impressão na religiosa; mas o convento, que somente recebia jovens solteiras, jamais havia aberto suas portas para uma viúva, e a pobre mulher se viu rejeitada. Imaginem em que estado de alma Rita voltou a Roccaporena!
Ela continuou com suas orações, suas mortificações, suas boas obras e, tendo retomado a confiança, voltou ainda por duas vezes à porta do mosteiro de Santa Maria Madalena, sofrendo duas novas rejeições. Rita se abandonou à vontade de Deus, recomendando-se mais do que nunca a seus santos protetores.
Quando Deus a viu perfeitamente resignada e confiante, teve compaixão dela e, uma noite, quando estava em oração, ouviu chamar: "Rita! Rita!". Ela não viu ninguém e, pensando ter se enganado, voltou às suas orações. Mas, pouco depois, ouviu novamente: "Rita! Rita!". Desta vez, teve a certeza de que não se enganara. Levantando-se, abriu a porta e foi à rua. Eram 3 homens e Rita não tardou a reconhecê-los: eram seus protetores São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolau de Tolentino, que a convidaram para segui-los.
Em êxtase, como num sonho, ela os seguiu e em pouco tempo estava em Cássia, diante do convento de Santa Maria Madalena. As religiosas dormiam e a porta estava bem trancada. A mesma porta que por três vezes se fechara diante dela, a porta que lhe era a entrada do paraíso terrestre. Era impossível abrir essa porta por meios humanos, mas os santos que Deus enviara para acompanhá-la fizeram com que Rita se encontrasse no interior do mosteiro.
Quando as religiosas desceram para se reunir no coro, ficaram estupefatas ao encontrar a santa mulher que tinha sido insistentemente rejeitada. Como entrara ela, se o mosteiro estava completamente fechado e não havia sinal algum de abertura ou arrombamento? As freiras se impressionaram com o relato que Rita fez do acontecido e, diante de um milagre tão estupendo, reconheceram os desígnios de Deus e admitiram jubilosas em sua companhia aquela criatura que era mais angelical que humana...
Os três protetores de Santa Ritamostram-lhe o caminho.

A vida no convento


A primeira coisa que Rita fez, ao ser admitida no convento, foi repartir entre os pobres todos os bens que possuía. Livre dos empecilhos terrenos, admirável era a sua obediência, profunda era a sua humildade, grandes eram as suas mortificações e penitências.
Para colocar à prova a obediência da noviça, a superiora do convento ordenou-lhe que regasse de manhã e à tarde um galho seco, provavelmente um ramo de videira ressequido e já destinado ao fogo. Rita não ofereceu dificuldade alguma, e de manhã e de tarde, com admirável simplicidade, cumpria essa tarefa, enquanto as irmãs a observavam com irônico sorriso. Isso durou cerca de um ano, segundo certas biografias da santa.
Um belo dia as irmãs se assombraram: a vida reapareceu naquele galho ressequido, surgiram brotos, apareceram folhas e uma bela videira se desenvolveu maravilhosamente dando a seu tempo deliciosas uvas. E essa videira, velha de vários séculos, ainda hoje está viçosa no convento.
Em 1443 veio à Cássia para pregar a Quaresma São Tiago de La Marca. O sermão da paixão de Nosso Senhor sensibilizou profundamente Rita que havia comparecido junto com as outras religiosas para ouvir a pregação.
Voltando ao convento, profundamente emocionada com o que ouvira, prostrou-se diante da imagem do crucifixo que se achava em uma capela interior e suplicou ardentemente a Jesus que lhe concedesse participar de suas dores. E eis que um espinho se destacou da coroa do crucifixo, veio a ela e entrou tão profundamente em sua testa que a fez cair desmaiada e quase agonizante. Quando voltou a si, a ferida lá estava atestando o doloroso prodígio.
Enquanto as chagas de São Francisco e de outros santos tinham a cor do sangue puro e não eram repugnantes, a de Rita se converteu numa ferida purulenta e fétida, de maneira que a pobre vítima, para não empestear a casa, teve de ser recolhida a uma cela distante onde uma religiosa lhe levava o necessário para viver. Ela suportou a ferida durante 15 anos.
Em 1450 foi celebrado o jubileu em toda a Cristandade e como algumas irmãs estavam se preparando para ir a Roma, Rita manifestou um ardente desejo de as acompanhar, mas seu estado de saúde estava se agravando devido à ferida que o espinho havia deixado em sua testa.
Sendo assim as irmãs acharam que Rita não deveria ir. Então ela pediu a Deus para a ferida desaparecer e foi mais uma vez atendida e conseguiu acompanhar as irmãs agostinianas a Roma, com grande proveito para sua alma. Mas logo que voltou da viagem a ferida reapareceu e também uma enfermidade incurável que lhe causava um grande sofrimento.
Incapaz de se alimentar durante os últimos dias de sua vida, Rita alimentava-se apenas da Santa Comunhão. Em meio às dores que castigavam seu corpo ela conservava a alegria do espírito e um sorriso encantador brilhava constantemente em seu rosto.

A morte de Santa Rita


No último período de sua vida aconteceu um fato que era a prova do carinho que Deus dispensava à sua Serva. Durante um rigoroso inverno, pessoas de Rocaporena descobriram na horta de Rita uma roseira coberta de lindas rosas e uma figueira com frutos maduros e saborosos. Rita ficou feliz com esta maravilhosa notícia e sentiu-se profundamente consolada e louvava cada vez mais a Deus.
Explicam esses fatos o piedoso costume de enfeitarem a imagem da Santa, particularmente no dia de sua Festa, com rosas, figos, cachos de uvas e abelhas. A Santa Igreja mesma parece querer perpetuar o milagre das rosas aprovando a Bênção das Rosas que se faz no dia da Festa ou no dia 22 de cada mês, para alívio dos enfermos.
A doença da Santa estava cada dia piorando e as dores tinham se tornado insuportáveis. Com orações e santas aspirações ela se preparou para receber os sacramentos finais e entre expressões de amor a Jesus e Maria sua alma se libertou dos vínculos que a prendiam à terra. Finalmente, com mais de 70 anos de idade e 40 de vida religiosa, faleceu Santa Rita em Cássia no velho Convento das Agostinianas no dia 22 de maio de 1457, recheada com visões celestiais e depois de ter recebido com muita piedade os últimos sacramentos.
Neste momento mãos invisíveis tangeram os sinos do convento e da vila de Cássia entoando um hino triunfal das esposas eternas, convidando a comunidade e a população para fazer um coro na glorificação da alma daquela que viveu e morreu na santidade.
A morte de Rita foi acompanhada de muitos milagres. Na cela onde ela faleceu apareceu uma luz de grande esplendor e um perfume especial se fez sentir em todo o mosteiro. A ferida do espinho, antes de aspecto repugnante tornou-se brilhante, limpo e da cor de rubi. Centenas de pessoas compareciam ao convento para ver a "Santa" cujo cadáver ficou em exposição além do tempo legal. As religiosas cantavam hinos de agradecimento a Deus por ter exaltado no céu e na terra sua serva.

Beatificaçao e canonização


O culto à bem aventurada da vila de Cássia rapidamente se estendeu sobre a Itália e as nações de Portugal e Espanha, onde por causa dos milagres obtidos por sua intercessão o povo lhe deu o nome de " Santa das Causas Impossíveis".
Em 1628 Urbano VIII lavrou o decreto de beatificação da Santa com um especial indulto do Papa Bento XIII de 1727.
Muitos contratempos fizeram com que se protelasse a canonização, que só aos 24 de Maio de 1900 se realizou sob o pontificado de Leão XIII. Contudo, já em 1577 se erguia em Cássia uma igreja à Santa das causa desesperadas e impossíveis.
(Site província Santa Rita)
Não perca domingo dia 24 de maio as 18 horas, reportagem especial sobre Santa Rita de Cássia no programa Domingo Legal.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

A Bíblia

A Bíblia era um livro raro e caro, pois eram feitos de forma artesanal (manuscritos) e poucos tinham acesso às Escrituras, até a invenção da gráfica por Gutenberg, a Bíblia era desprovida das divisões de capítulos e versículos.
A divisão em capítulos foi introduzida pelo professor universitário parisiense Stephen Langton, em 1227. A divisão em versículos foi introduzida em 1551, pelo impressor parisiense Robert Stephanus. Ambas as divisões tinham por objetivo facilitar a consulta e as citações bíblicas, e foi aceita por todos, incluindo os judeus;- A Bíblia foi escrita e reproduzida em diversos materiais, de acordo com a época e cultura das regiões, utilizando tábuas e barro, peles, papiro, e até mesmo cacos de cerâmica.
A Bíblia contém 31.000 versículos e 1.189 capítulos. Para sua leitura completa, são necessárias 49 horas, a saber 38 horas para a leitura do antigo testamento e 11 horas para o novo testamento. Para lê-la audivelmente, em velocidade normal de falar, são necessárias cerca de 71 horas. Se você desejar em 1 ano, deve ler apenas 4 capítulos por dia.

Curiosidades: O capítulo 19 de II Reis é igual ao 37 de Isaías?
A maior Bíblia que se conhece contém 8.048 páginas; pesa 547 quilos e tem 2,5 metros de espessura?
A menor Bíblia existente foi impressa na Inglaterra e pesa somente 20 gramas. Este fabuloso exemplar da Bíblia mede 4,5 cm de cumprimento, 3 cm de largura, 2cm de espessura e contém 878 páginas.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Ser discípulos do Senhor



Conta-nos São Lucas (10, 38-42) que Jesus um dia chega à Betânia aonde vai até a casa de seus três amigos, Lázaro, Marta e Maria. Lá encontra apenas as duas irmãs, que logo que o avistam correm a preparar a casa para recebê-lo. Marta uma dona de casa prestimosa, cuida da limpeza, da comida que Jesus gostava e de preparar bem a mesa . Vendo que sua irmã Maria, ao invés de ajudá-la está aos pés do Senhor, se irrita e reclama a Jesus, de que ela não vem ajudá-la. Jesus, carinhosamente, lhe responde: ‘Marta, Marta andas muito inquieta e te preocupas com muitas coisas, entretanto uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte que não lhe será tirada”. O que é mais importante servir ou escutar? Dar ou receber? Naqueles tempos os mestres e doutores não ensinavam as Escrituras para às mulheres, mas Jesus e uma exceção à regra, ele veio para todos, e Maria aproveita os ensinamentos do mestre e, aos seus pés, torna-se discípula, ouvinte e praticante da Palavra.
Se a comida feita por Marta era necessária para a manutenção do corpo, muito mais importante eram as Palavras de Jesus, que alimentavam o espírito. Ele nos diz na parábola do semeador que as preocupações podem abafar as sementes (suas palavras) e impedir que o discípulo ou discípula ouça o seu Mestre.
Marta ofereceu a Jesus seu carinho através de seus serviços matérias. Ela trabalha e se estressa; não tem tempo para ouvir o Mestre, mas Jesus carinhosamente a repreende e a chama a juntar-se à sua irmã.
Pensemos no exemplo das duas irmãs e nos perguntemos: estamos agindo como Marta ou Maria? Nos inquietamos com tantas tarefas a cumprir? Não temos tempo para ouvir Jesus? É na persistência da oração e do seguimento, que adquirimos força para a construção do seu Reino. É no silencia da oração, na escuta profunda e silenciosa, que Deus nos fala, e que alcançamos serenidade e discernimento.
Podemos tirar do episódio com Marta e Maria uma grande lição para nossas vidas, levando em consideração que Jesus sabia da importância do serviço de Marta, mas que naquele momento o escutar tornava-se imprescindível para segui-lo como discípula. Marta teria todos os dias da sua vida para os trabalhos de casa, enquanto que ter o privilégio de ouvir Jesus, era naquele momento uma oportunidade única. Nós também devemos aproveitar as oportunidades que temos de ouvir as palavras do Mestre, seja nas missas, nas reuniões pastorais, nos cursos bíblicos, ou mesmo sozinho em oração, pois também são oportunidades únicas em relação às atividades do dia-a-dia. Certamente isso nos capacitará a sermos melhores discípulos e discípulas de Jesus.
Dita de Souza.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Creia em Deus

Relembrarei agora as obras do Senhor, proclamarei o que vi. Pelas palavras do Senhor foram produzidas as suas obras. O sol contempla todas as coisas que ilumina; a obra do Senhor está cheia de sua glória. Porventura não fez o Senhor com que seus santos proclamassem todas as suas maravilhas, maravilhas que ele, o Senhor todo-poderoso, consolidou, a fim de que subsistam para a sua glória? Ele sonda o abismo e o coração humano, e penetra os seus pensamentos mais sutis, pois o Senhor conhece tudo o que se pode saber. Ele vê os sinais dos tempos futuros, anuncia o passado e o porvir, descobre os vestígios das coisas ocultas. Nenhum pensamento lhe escapa, nenhum fato se esconde a seus olhos. Ele enalteceu as maravilhas de sua sabedoria, ele é antes de todos os séculos e será eternamente. Nada se pode acrescentar ao que ele é, nem nada lhe tirar; não necessita do conselho de ninguém. Como são agradáveis as suas obras! E todavia delas não podemos ver mais que uma centelha. Essas obras vivem e subsistem para sempre, e em tudo o que é preciso, todas lhe obedecem. Todas as coisas existem duas a duas, uma oposta à outra; ele nada fez que seja defeituoso. Ele fortaleceu o que cada um tem de bom. Quem se saciará de ver a glória do Senhor? Isaías 42,15-26